A portaria é a primeira imagem do seu prédio e o primeiro filtro de quem entra. O porteiro da Fort controla o acesso de pessoas, veículos e materiais com registro de tudo o que acontece no turno, e comunica ocorrências à administração na hora.
O que entra no serviço
- Identificação e registro de visitantes e prestadores
- Controle de acesso de veículos e cargas
- Guarda e controle de chaves
- Recebimento e distribuição de correspondências
- Comunicação imediata de ocorrências à administração
Para quem é
Condomínios residenciais e comerciais, prédios públicos, escolas, universidades, indústrias e centros de distribuição que precisam de controle de entrada em horário comercial ou em escala 12x36.
Como funciona a reposição de posto
Posto descoberto é o problema que mais custa a quem contrata terceirização. Na Fort, cada posto tem cobertura planejada: faltas são repostas no mesmo turno sempre que possível, férias são programadas com antecedência e afastamentos têm substituto definido. O supervisor acompanha a rotina e é o seu contato direto.
Como contratar
- Você informa a função, a cidade, a quantidade de postos, o horário e a data de início.
- A Fort monta a proposta com salário e benefícios da convenção coletiva, encargos, uniformes e, se for o caso, materiais.
- Selecionamos e treinamos o profissional antes de ele assumir o posto.
- Folha, benefícios e documentação ficam em dia todo mês, prontos para conferência.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre portaria e recepção?
O porteiro controla a entrada de pessoas, veículos e encomendas. A recepcionista atende e orienta o público dentro do prédio. Os dois serviços podem ser contratados juntos.
Atendem escala 12x36 e noturno?
Sim. A escala é montada conforme o horário de funcionamento do local, inclusive noites, fins de semana e feriados.
O que acontece se o profissional faltar?
A Fort repõe o posto. Faltas, férias e afastamentos têm cobertura planejada, para o serviço não parar.
A Fort atende fora de Goiânia?
Sim. A sede fica em Goiânia-GO e a Fort tem equipes em operação em Minas Gerais, Mato Grosso e Rondônia. Outras cidades são avaliadas na proposta.
